O PROCON precisa interferir nestes anuncios maldosos que estão campeando em nossa mídia. Não existe essa venda em 6, 9, 10 parcelas, sem juros!!! A pior maquiagem desta situação é que se quer pagar à vista, nada é dado de desconto ao consumidor. Para mostrar a verdade desta situação, o maior resultado financeiro da CASAS BAHIA, vem da arrecadação com juros embutidos nas parcelas. Essa prática virou uma febre e precisa ser devidamente esclarecida. Consumidores devem ser esclarecidos sobre isso.
Blog da Dívida
domingo, 13 de junho de 2010
A certeza da impunidade dos Bancos!!
Coitado do consumidor que busca por JUSTIÇA! A casa bancária (seja qual for) ao descobrir que o pretendente a uma linha de crédito, busca por JUSTIÇA, em relação ao que paga de juros aos banqueiros, tem seu pedido RECUSADO. Passa, este consumidor, a fazer parte de uma temida lista NEGRA que foi criada pelo setor, como forma de se proteger de "tomadores" que aprendem a reclamar. A pergunta que fica é: onde estão o sistema jurídico e o governo que não coibem essa prática? Até quando estaremos subjulgados a eles? Estamos em uma relação desproporcional. Quando isso vai mudar? As regras precisam mudar. Não é de aceitar que empresas de cartão cobrem juros "abusivos" e absurdos e ninguém, absolutamente ninguém, faça nada contra isso!!
domingo, 23 de agosto de 2009
Grandes redes voltam a ampliar número de parcelas
Incrível como nosso pais permite o enriquecimento de empresários e empresas atraves de uma receita chamada de "financeira".
Não são instituições financeiras, mas possuem nas tais receitas financeiras (juros por atraso, juros embutidos em parcelas, etc) resultados, muitas vezes maiores do que aqueles que, de fato, se propuseram quando criaram seus negócios.
Criam financeiras próprias para "tomar' recursos emprestados a taxa de mercado interbancário ( CDI + um risco) e emprestam com ganhos 10x maiores.
E como ficam os brasileiros que não podem pagar "à vista" por suas compras para atender seus anceios? Submetem-se as essas redes e seus gestores que são travestidos de "bons homens", mas que no fundo são famintos por receitas sem risco e que chegam, muitas vezes, a cobrar juros mensais de mais de dois dígitos do incauto consumidor. Um verdadeiro roubo sem arma na mão. Esse sim é um criminoso que a justiça não coloca a mão pois o lobby é forte, muito forte.
A antiga lei da Usura, fica esquecida quando existe uma instituição financeira envolvida, pois à elas é dado o "direito" de viver a margem da Constituição Federal. Para esses empresário e empresas a limitação contitucional do juros é apenas uma folha morta, um artigo que colocaram para fazer número. É uma exigência que não se cumpre pois existe uma norma "menor" que lhes garante o sucesso da cobrança dos juros mais absurdos que um pais pode praticar. Segundo levantamento rescente, nossas taxas eram a segunda maior do "mundo". Dai advém a motivação de grandes bancos aportarem aqui, pois podem crescer neste solo fértil que é a legislação brasileira. De onde eles vieram, ai deles se tivessem tal postura! O povo os condena, as leis os condena, o mercado viraria as costas para eles. Assim, preferem fazer a política da boa vizinhança. Mas, aqui no Brasil? Aqui, tudo podem! Nos roubam, tao descaradamente que chega a ser surreal isso.
A verdade é que, de quem mais dependemos, o que mais tem feito é aplaudir tais posturas., por diversos motivos. Nossos Ministros do STF, STJ e de todos os "tribunais" abaixo deles, não se posicionam contra exigir a aplicação dos juros remuneratório existentes na Constituição, pois o lobby político é muito forte. Preferem ver a morte do "povo" do que dos banqueiros. Essa "casta", que fica à margem das dificuldades da maioria do povo, se precisarem "acabar" com uma empresa ou um empresário, acabam.
Observemos o que eles conseguem a título de exemplo: Em um processo de Recuperação Judicial , antiga "concordata" os credores devem aguardar um prazo para receberem suas dívidas com "juros de 1% ao mês", mas os banqueiros não. Seus créditos são sempre "preferênciais", sempre! Ora, se o resto (quem não faz parte da casta) tem que esperar, qual o motivo deles não esperarem? Simples, a nossa justiça ampara seus contratos leoninos. O empresário que pede emprestado "um qualquer", jamais o faz na certeza de que vai ter dificuldades, mas os banqueiros ao "menor" problema para receberem, já estão encostando a faca no pescoço do pretenso devedor.
Vejam o que fizeram na crise? Estavam emprestando a taxas cada vez menores antes da crise e cada vez mais recursos, quando a crise aproximou-se, cortaram os créditos, não refinanciaram as dívidas e exigiram o reeembolso dos valores emprestados e quebraram muitos empresários que estavam alavancando seus negócios com esses recursos. Ora, qualquer um sabe que isso, da forma como fizeram, é impossível, pois se não há venda, como receber os créditos? Simples novamente? Executaram as dívidas, aqueles contratos leoninos e os empresários que tentaram se proteger na nova Lei de Recuperação Judicial o que conseguiram? Nada, pois a justiça entende que o dinheiro dos bancos não merece esperar como o dos demais credores enfim, temos ai a maior maldade da paróquia. Favorecem o consumo, criam a crise e ganham dos dois lados. Nunca perdem.
Agora as grandes redes voltam seus canhões ao aumento dos prazos e essas, de certa forma, ao fazerem tal aposta, estão alimentando essa ciranda novamente.
Observem que ao adquirir um móvel, roupa ou algum acessório, o consumidor irá pagar mais juros do que aquele que se paga para ter um carro ou mesmo para um crédito ao consumidor. Motivo? O carro é um bem que pode ser retomado e revendido facilmente, diminuindo o custo da inadimplência e o empréstimo é a parcela do ganho dentro de uma margem de risco que os bancos estão acostumados a ter. A cadeia de "ganhadores" envolvidos nisso é enorme.
Hoje emprestar dinheiro envolve softwares que calculam quanto de risco uma operação impõe àquele que concede o "empréstimo". Sobre nossas vidas, existem empresas que sabem de "tudo", mas tudo mesmo. Olhe o exemplo que tivémos no Jornal Nacional da Rede Globo! O cara sabia davida de qualquer pessoa, era só pagar uma taxa. Até os Bancos sabendo da ilegalidade de tal prática se locupletaram disso.
A postura adotada por essas redes é visível, ou seja, perdem no operacional (foco de seus negócios), mas ganham no financeiro e, escondem assim, sua incompetência de gestão. Reclamam de inadimplência, mas possuem práticas comerciais que poderíamos considerar como maldosas, pois na vontade de abocanhar cada vez mais mercado, estimulam o consumo desenfreado e "criam" muitas facilidades de consumo, mas na hora do recebimento, acabam por ficar comprometidos e "amargam" prejuízos, mas não levam em consideração que já repassaram aos preços margens extremamente altas de tal prejuízo quando financiam a juros mensais de dois dígitos.
Acorda Brasil! Vamos mudar nosso perfil de compra, vamos exigir menores taxas, vamos deixar esses empresários perceberem que temos conciência e ainda, que nosso dinheiro é obtido através de um suor castigado.
Esta na hora da justiça perceber que a manipulação da economia é forte e que banqueiros são seus principais articuladores. Empurram a economia para onde lhes convém.
Isto posto, conclamo a sociedade e contrapor-se a essas práticas e expressar sua insatisfação com ela.
Não são instituições financeiras, mas possuem nas tais receitas financeiras (juros por atraso, juros embutidos em parcelas, etc) resultados, muitas vezes maiores do que aqueles que, de fato, se propuseram quando criaram seus negócios.
Criam financeiras próprias para "tomar' recursos emprestados a taxa de mercado interbancário ( CDI + um risco) e emprestam com ganhos 10x maiores.
E como ficam os brasileiros que não podem pagar "à vista" por suas compras para atender seus anceios? Submetem-se as essas redes e seus gestores que são travestidos de "bons homens", mas que no fundo são famintos por receitas sem risco e que chegam, muitas vezes, a cobrar juros mensais de mais de dois dígitos do incauto consumidor. Um verdadeiro roubo sem arma na mão. Esse sim é um criminoso que a justiça não coloca a mão pois o lobby é forte, muito forte.
A antiga lei da Usura, fica esquecida quando existe uma instituição financeira envolvida, pois à elas é dado o "direito" de viver a margem da Constituição Federal. Para esses empresário e empresas a limitação contitucional do juros é apenas uma folha morta, um artigo que colocaram para fazer número. É uma exigência que não se cumpre pois existe uma norma "menor" que lhes garante o sucesso da cobrança dos juros mais absurdos que um pais pode praticar. Segundo levantamento rescente, nossas taxas eram a segunda maior do "mundo". Dai advém a motivação de grandes bancos aportarem aqui, pois podem crescer neste solo fértil que é a legislação brasileira. De onde eles vieram, ai deles se tivessem tal postura! O povo os condena, as leis os condena, o mercado viraria as costas para eles. Assim, preferem fazer a política da boa vizinhança. Mas, aqui no Brasil? Aqui, tudo podem! Nos roubam, tao descaradamente que chega a ser surreal isso.
A verdade é que, de quem mais dependemos, o que mais tem feito é aplaudir tais posturas., por diversos motivos. Nossos Ministros do STF, STJ e de todos os "tribunais" abaixo deles, não se posicionam contra exigir a aplicação dos juros remuneratório existentes na Constituição, pois o lobby político é muito forte. Preferem ver a morte do "povo" do que dos banqueiros. Essa "casta", que fica à margem das dificuldades da maioria do povo, se precisarem "acabar" com uma empresa ou um empresário, acabam.
Observemos o que eles conseguem a título de exemplo: Em um processo de Recuperação Judicial , antiga "concordata" os credores devem aguardar um prazo para receberem suas dívidas com "juros de 1% ao mês", mas os banqueiros não. Seus créditos são sempre "preferênciais", sempre! Ora, se o resto (quem não faz parte da casta) tem que esperar, qual o motivo deles não esperarem? Simples, a nossa justiça ampara seus contratos leoninos. O empresário que pede emprestado "um qualquer", jamais o faz na certeza de que vai ter dificuldades, mas os banqueiros ao "menor" problema para receberem, já estão encostando a faca no pescoço do pretenso devedor.
Vejam o que fizeram na crise? Estavam emprestando a taxas cada vez menores antes da crise e cada vez mais recursos, quando a crise aproximou-se, cortaram os créditos, não refinanciaram as dívidas e exigiram o reeembolso dos valores emprestados e quebraram muitos empresários que estavam alavancando seus negócios com esses recursos. Ora, qualquer um sabe que isso, da forma como fizeram, é impossível, pois se não há venda, como receber os créditos? Simples novamente? Executaram as dívidas, aqueles contratos leoninos e os empresários que tentaram se proteger na nova Lei de Recuperação Judicial o que conseguiram? Nada, pois a justiça entende que o dinheiro dos bancos não merece esperar como o dos demais credores enfim, temos ai a maior maldade da paróquia. Favorecem o consumo, criam a crise e ganham dos dois lados. Nunca perdem.
Agora as grandes redes voltam seus canhões ao aumento dos prazos e essas, de certa forma, ao fazerem tal aposta, estão alimentando essa ciranda novamente.
Observem que ao adquirir um móvel, roupa ou algum acessório, o consumidor irá pagar mais juros do que aquele que se paga para ter um carro ou mesmo para um crédito ao consumidor. Motivo? O carro é um bem que pode ser retomado e revendido facilmente, diminuindo o custo da inadimplência e o empréstimo é a parcela do ganho dentro de uma margem de risco que os bancos estão acostumados a ter. A cadeia de "ganhadores" envolvidos nisso é enorme.
Hoje emprestar dinheiro envolve softwares que calculam quanto de risco uma operação impõe àquele que concede o "empréstimo". Sobre nossas vidas, existem empresas que sabem de "tudo", mas tudo mesmo. Olhe o exemplo que tivémos no Jornal Nacional da Rede Globo! O cara sabia davida de qualquer pessoa, era só pagar uma taxa. Até os Bancos sabendo da ilegalidade de tal prática se locupletaram disso.
A postura adotada por essas redes é visível, ou seja, perdem no operacional (foco de seus negócios), mas ganham no financeiro e, escondem assim, sua incompetência de gestão. Reclamam de inadimplência, mas possuem práticas comerciais que poderíamos considerar como maldosas, pois na vontade de abocanhar cada vez mais mercado, estimulam o consumo desenfreado e "criam" muitas facilidades de consumo, mas na hora do recebimento, acabam por ficar comprometidos e "amargam" prejuízos, mas não levam em consideração que já repassaram aos preços margens extremamente altas de tal prejuízo quando financiam a juros mensais de dois dígitos.
Acorda Brasil! Vamos mudar nosso perfil de compra, vamos exigir menores taxas, vamos deixar esses empresários perceberem que temos conciência e ainda, que nosso dinheiro é obtido através de um suor castigado.
Esta na hora da justiça perceber que a manipulação da economia é forte e que banqueiros são seus principais articuladores. Empurram a economia para onde lhes convém.
Isto posto, conclamo a sociedade e contrapor-se a essas práticas e expressar sua insatisfação com ela.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Banco do Brasil cresce....
Em um momento onde existe uma dificuldade extrema de crédito, observamos os bancos governamentais, sendo utilizado como moeda para frear "os juros" cobrados dos tomadores, entretanto, essa postura fez o Banco do Brasil ultrapassar os maiores bancos privados que, é claro, reclamaram de sua pouca sorte.
Lógico é que se reclamam isso prova que estão perdendo dinheiro e não é com a inadimplência que querem fazer crer e sim com sua gânancia desenfreda. Transformaram a sociedade brasileira em refém de sua vontade extrema de ganhar.
Estou, particularmente satisfeito com o desempenho do Banco do Brasil, pois é um recado duro aos banqueiros de plantão que só querem sugar a sociedade e fazerem "lucro fácil".
Dizem que sua margem é pequena, mas os valores envolvidos são tão expressivos que qualquer pequeno "gap" é um resultado astronomico.
As compradores incautos de grandes redes de magazines, alerto para que façam suas contas, pois esses, deposis dos bancos são os maiores agiotas que temos no brasil e tudo legalizado.
É isso!!!
Lógico é que se reclamam isso prova que estão perdendo dinheiro e não é com a inadimplência que querem fazer crer e sim com sua gânancia desenfreda. Transformaram a sociedade brasileira em refém de sua vontade extrema de ganhar.
Estou, particularmente satisfeito com o desempenho do Banco do Brasil, pois é um recado duro aos banqueiros de plantão que só querem sugar a sociedade e fazerem "lucro fácil".
Dizem que sua margem é pequena, mas os valores envolvidos são tão expressivos que qualquer pequeno "gap" é um resultado astronomico.
As compradores incautos de grandes redes de magazines, alerto para que façam suas contas, pois esses, deposis dos bancos são os maiores agiotas que temos no brasil e tudo legalizado.
É isso!!!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Quando começa uma dívida?
Amigos,
Posso afirmar, sem sombras de dúvida, que um dívida começa, em sua maioria, no momento em que desejamos criar um mundo mais próximo de nossas idéias.
Não existe qualquer pessoa que não tenha tal vontade sendo que, para alguns a realização de tais idéias, são possíveis sem os traumas do endividamento.
Quando vejo empresários e pessoas físicas endividadas asseguro que, na maior parte das vezes, isso não tem qualquer maldade e sim um forte apelo de consumo e o desejo de se estabelecer boas relações.
O que chateia é ver pessoas comuns e donos de empresa desejosos de sucesso, mas por não possuirem "boas relações" políticas, jurídicas e policiais, não conseguem esconder-se de suas dívidas.
Torçamos para que as pessoas consigam ser felizes com menos.
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